sexta-feira, 12 de abril de 2013

Extinção dos animais


Brasil tem 130 espécies animais ameaçadas de extinção

O Brasil tem hoje, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), um total de 130 espécies e subespécies ameaçadas de extinção. Destas, 96 são insetos, como abelhas, besouros, formigas, borboletas, libélulas, mariposas, e as 34 restantes são outros invertebrados terrestres, como aranhas, opiliões, pseudoescorpiões, gongolos, caracóis, minhocas, entre outros.
Esses animais se encontram distribuídos por diversos Estados, como São Paulo, Brasília, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Goiás, Pernambuco, Mato Grosso, Pará e Paraíba, Mato Grosso do Sul e Amazonas, Acre, Rondônia, Ceará e Alagoas.
A situação mais grave dentre todos os animais citados é a de quatro espécies que já entraram na lista do Ibama como extintas: a formiga Simopelta minima , que vivia na Bahia, a libélula Acanthagrion taxaense , do Rio de Janeiro, e as minhocas Fimoscolex sporadochaetus (conhecida como minhoca branca) e Rhinodrilus fafner (minhocuçu ou minhoca gigante), que viviam em Minas Gerais.
A mais recente lista de animais ameaçados divulgada pelo Ibama (2003 e 2004) reúne ao todo 632 espécies/ subespécies dentre animais terrestres e aquáticos. Em 2006, o IBGE já havia lançado o mapa das aves ameaçadas; em 2007, divulgou o mapa de mamíferos, anfíbios e répteis; e ainda neste ano de 2008 deve publicar o último mapa da série, com informações sobre peixes e invertebrados aquáticos.
Segundo dados do Ibama, o conjunto de espécies de fauna e flora brasileiras vem sendo destruído gradativamente o que, ainda segundo o órgão, afeta, inclusive, na economia do País. Os principais motivos para essa destruição seriam a caça predatória, a poluição e a perseguição a espécies raras, de alto valor comercial.
Os estudos sobre a fauna sob risco de extinção vêm sendo realizados pelo IBGE desde o fim dos anos 1980, fundamentalmente com base nas listas do Ibama e complementados por informações levantadas em diferentes instituições de pesquisas e na literatura especializada.
Esses estudos produzem informações que são armazenadas no banco de dados dos cadastros de fauna.
Alguns deses animais:

curiosidade


Manaus, AM − A Bachia scaea é um pequeno lagarto de corpo alongado e pernas bem reduzidas, características comuns a esse e a outros gêneros de lagartos que ao longo de milhares de anos se adaptaram a viver em cavidades no chão. O formato e as escamas da cabeça também são adaptados ao tipo de vida que estes bichos levam, tendo que se enfiar em espaços estreitos ou abrir caminho para se enterrar no solo. À primeira vista, podem até ser confundidos com cobras, mas uma olhada atenta na cabeça basta para desfazer a confusão. Ao contrário do que ocorrem com as serpentes, as mandíbulas dos lagartos não são adaptadas para engolir presas muito grandes, e sim para mordê-las e mastigá-las.

Entre tantas espécies do gênero, encontradas entre a Costa Rica e o Paraguai, sempre a Leste dos Andes, a B. scaea era totalmente desconhecida há até pouco tempo. Foi preciso surgir uma ameaça à área onde vivem, na margem esquerda do Rio Madeira (o nome da espécie é uma referência a esta localização), para que finalmente o bicho fosse descoberto. Durante levantamentos de fauna na região das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia, alguns lagartos dessa espécie caíram em armadilhas e outros foram capturados por pesquisadores na serrapilheira da mata. 

No início, não havia ficado claro para os pesquisadores se era realmente uma espécie nova. “Na hora é difícil saber, porque tem de levar ao laboratório e ver algumas características no microscópio ou na lupa”, conta o biólogo Mauro Teixeira Júnior, primeiro autor do artigo e aluno de doutorado na USP. O artigo que apresenta o novo lagarto à comunidade científica foi publicado na edição de 5 de abril, da revista Zootaxa, escrito por pesquisadores da Universidade de São Paulo, Universidade Federal do ABC paulista e da Universidade Estadual de Londrina (PR).

O bicho foi encontrado tanto em áreas de várzea quanto de terra firme. Entre as diferenças com outras espécies do mesmo gênero, estão o número e o tipo de escamas da cabeça, conforme explica o biólogo, que estuda a herpetofauna das matas secas, áreas de florestas com árvores que perdem as folhas durante a seca, nos cerrados. A B. scaea tem as pernas um pouco mais desenvolvidas que a Bachia geralista, espécie do mesmo gênero descrita recentemente por Mauro Teixeira Júnior e outros pesquisadores no Norte de Minas Gerais

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Maquete ambiental

       No dia 22/03 assistimos um vídeo que nos conscientizou que nós somos inquilinos da terra...
       Como somos inquilinos devemos deixar a "casa" em ordem para os próximos abitantes do planeta azul(terra) .para isso temos alguns deveres para cumprir que são:
      *Manter o quintal limpo(o rio);
      *Respeitar os moradores(animais e plantas)...
      Em casa de recursão do contrato temos uma volta precoce



    ALGUMAS PERGUNTAS PARA VOCÊ REFLETIR!

*Por que alguns comem tão bem?E outros ficam na miséria?
*Por que inventarão a bomba atômica?